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quinta-feira, 16 de junho de 2011

A Verdade Sobre os Exus



Prosseguindo com a tarefa de esclarecimento ao meio umbandista, abordaremos, a partir de hoje, o tema EXU, enfocando-o de forma didática, iniciando por aspectos simples até atingirmos os mais complexos. Frisamos que estamos compromissados com a elucidação dos fundamentos da Umbanda, e não dos aspectos da Kimbanda, os quais velaremos, transmitindo-os apenas no interior de nosso templo a raríssimos iniciados que tem a outorga fornecida pelo astral para manipular, através do magismo, as forças da Luz, das sombras e das trevas. Para melhor compreender o tema, abordaremos primeiramente alguns conceitos básicos de nossa doutrina. Temos como postulado a existência de um Comando Supremo do Universo, que convencionamos chamar Deus, Tupan, Zamby ou outro nome que se queira dar. Ele, por sua vez, promove Hierarquias, Comandos, Enviados, Mensageiros, etc, encarregados de supervisionar, em seus respectivos planos, as Leis Cósmicas, Galácticas e Planetárias. Em relação ao planeta Terra e à sua coletividade afim, carnada e descarnada, a Lei Divina em Ação é a Umbanda, que pela origem arqueométrica de Seu nome é traduzida como Conjunto das Leis de Deus. Este é, portanto, o sistema que predomina no lado da Luz. No entanto, há o lado oposto, das Sombras e das Trevas, ou seja, da Kimbanda. No mundo das Sombras, existe uma classe uma classe de Entidades denominadas Exus Guardiões que são responsáveis pelo controle e pela fiscalização dos seres que fazem parte desse mundo, ou seja, os quiumbas, verdadeiros marginais do Astral. Embora os Exus Guardiões atuem no mundo das Sombras, não fazem parte dele, sendo na verdade enviados da Luz para as Sombras, promovendo daí comandos para as Trevas. Devemos frisar que estamos falando sobre Exus GUARDIOES, cabeças de Legião ou Exus de 3º ciclo. Os intermediários das Sombras para as Trevas, por sua vez, são denominados simplesmente “Exus”, sendo eles reverentes aos Exus Guardiões, que são seus “comandantes”. Os Exus Guardiões são serventias diretas das entidades de Luz, como caboclos e pretos-velhos, atuando sob suas ordens. São, portanto, espíritos de função definida: são executores da Lei Maior em nosso plano, ou seja, agentes da justiça kármica universal. A existência dessa classe de Entidades torna-se extremamente necessária devido aos baixíssimos níveis vibratório-morais em que se encontra em que se encontra a coletividade afim ao planeta Terra. Por isso, os Exus Guardiões atuam como uma “polícia de choque” encarregada de executar a Lei perante os seres dessas coletividades. O Exu guardião, portanto, é um espírito situado além dos conceitos de Bem ou Mal, mas sim ligado ao conceito de Justiça e sua execução.

Por F. Rivas Neto.

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“Os Espíritos anunciam que chegaram os tempos marcados pela Providência para uma manifestação universal e que, sendo eles os ministros de Deus e os agentes de sua vontade, têm por missão instruir e esclarecer os homens, abrindo uma nova era para a regeneração da Humanidade.”

Allan Kardec.

Liga da Justiça Umbandista

Liga da Justiça Umbandista
O Homem de Bem O verdadeiro homem de bem é o que cumpre a lei de justiça, de amor e de caridade, na sua maior pureza. Se ele interroga a consciência sobre seus próprios atos, a si mesmo perguntará se violou essa lei, se não praticou o mal, se fez todo o bem que podia, se desprezou voluntariamente alguma ocasião de ser útil, se ninguém tem qualquer queixa dele; enfim, se fez a outrem tudo o que desejara lhe fizessem. Deposita fé em Deus, na Sua bondade, na Sua justiça e na Sua sabedoria. Sabe que sem a Sua permissão nada acontece e se Lhe submete à vontade em todas as coisas. Tem fé no futuro, razão por que coloca os bens espirituais acima dos bens temporais. Sabe que todas as vicissitudes da vida, todas as dores, todas as decepções são provas ou expiações e as aceita sem murmurar. Possuído do sentimento de caridade e de amor ao próximo, faz o bem pelo bem, sem esperar paga alguma; retribui o mal com o bem, toma a defesa do fraco contra o forte, e sacrifica sempre seus interesses à justiça. Encontra satisfação nos benefícios que espalha, nos serviços que presta, no fazer ditosos os outros, nas lágrimas que enxuga, nas consolações que prodigaliza aos aflitos. Seu primeiro impulso é para pensar nos outros, antes de pensar em si, é para cuidar dos interesses dos outros antes do seu próprio interesse. O egoísta, ao contrário, calcula os proventos e as perdas decorrentes de toda ação generosa. O homem de bem é bom, humano e benevolente para com todos, sem distinção de raças, nem de crenças, porque em todos os homens vê irmãos seus. Respeita nos outros todas as convicções sinceras e não lança anátema aos que como ele não pensam. Em todas as circunstâncias, toma por guia a caridade, tendo como certo que aquele que prejudica a outrem com palavras malévolas, que fere com o seu orgulho e o seu desprezo a suscetibilidade de alguém, que não recua à idéia de causar um sofrimento, uma contrariedade, ainda que ligeira, quando a pode evitar, falta ao dever de amar o próximo e não merece a clemência do Senhor. Não alimenta ódio, nem rancor, nem desejo de vingança; a exemplo de Jesus, perdoa e esquece as ofensas e só dos benefícios se lembra, por saber que perdoado lhe será conforme houver perdoado. É indulgente para as fraquezas alheias, porque sabe que também necessita de indulgência e tem presente esta sentença do Cristo: "Atire-lhe a primeira pedra aquele que se achar sem pecado." Nunca se compraz em rebuscar os defeitos alheios, nem, ainda, em evidenciá-los. Se a isso se vê obrigado, procura sempre o bem que possa atenuar o mal. Estuda suas próprias imperfeições e trabalha incessantemente em combatê-las. Todos os esforços emprega para poder dizer, no dia seguinte, que alguma coisa traz em si de melhor do que na véspera. Não procura dar valor ao seu espírito, nem aos seus talentos, a expensas de outrem; aproveita, ao revés, todas as ocasiões para fazer ressaltar o que seja proveitoso aos outros. Não se envaidece da sua riqueza, nem de suas vantagens pessoais, por saber que tudo o que lhe foi dado pode ser-lhe tirado. Usa, mas não abusa dos bens que lhe são concedidos, porque sabe que é um depósito de que terá de prestar contas e que o mais prejudicial emprego que lhe pode dar é o de aplicá-lo à satisfação de suas paixões. Se a ordem social colocou sob o seu mando outros homens, trata-os com bondade e benevolência, porque são seus iguais perante Deus; usa da sua autoridade para lhes levantar o moral e não para os esmagar com o seu orgulho. Evita tudo quanto lhes possa tornar mais penosa a posição subalterna em que se encontram. O subordinado, de sua parte, compreende os deveres da posição que ocupa e se empenha em cumpri-los conscienciosamente. Finalmente, o homem de bem respeita todos os direitos que aos seus semelhantes dão as leis da Natureza, como quer que sejam respeitados os seus. Não ficam assim enumeradas todas as qualidades que distinguem o homem de bem; mas, aquele que se esforce por possuir as que acabamos de mencionar, no caminho se acha que a todas as demais conduz. Allan Kardec.