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sábado, 4 de fevereiro de 2012

Guardiões na Umbanda



No texto abaixo, não aparecerão outros nomes ou mesmos palavras designando entidades, porém, é bom frisar que não há intenção de omissão, ou mesmo que não existam outros Guardiões ou Exus.  A Umbanda é muito maior do que se divulgam e muitos são os centros e médiuns, que recebem entidades desconhecidas pela Irmandade.


GUARDIÕES

Uma energia da natureza. Ser elementar e Guardião das fronteiras que separa o mundo inferior do superior. Polícia de choque que persegue, prende e leva para os campos de orientação espiritual os espíritos perversos, que semeiam a discórdia, o ódio e a vingança entre os homens. Elo entre o ser humano e os Guias maiores, é ele que leva seus pedidos até eles, e cumpre severamente suas determinações.

Guardião não é mal, ele é justo, fazendo cumprir a Lei Divina de "ação e reação" ou "Lei do retorno".

O ser humano tem consciência do que é certo e do que é errado, mas age em desacordo com as Leis Divinas que, em um de seus mandamentos diz "Ama teu próximo, como a ti mesmo". O homem não cumpre esta Lei, age por impulso e consciente do que faz, semeia a tristeza e a dor nos corações inocentes, direcionando esta energia somente para a maldade, esquecendo-se que existe no Universo a Lei que chamamos de "Lei do Retorno".

Muitos trabalham com entidades trevosas, que, ludibriando médiuns desesperados e despreparados, se passam por Guardiões e praticam todos os tipos de atrocidades. As pessoas que trabalham com tais seres não passam de "Adeptos do Mal", que cegos pelo egoísmo e pelo desejo do poder, seguem fielmente suas ordens, não sabendo eles que o submundo os espera. E grande vai ser a surpresa, quando se sentirem arrastados por estes habitantes das trevas.

Os seres a que me refiro acima, são Espíritos que ao longo de suas encarnações contraíram Karmas pesadíssimos, com a maldade que semearam e ainda semeiam. Conscientes dos seus erros se afundam nos poços fétidos dos Umbrais, arrastando consigo adeptos do mal que estarão sempre aos seus serviços, como se escravos fossem.

O verdadeiro Guardião possui grandes legiões de entidades que trabalha sob seu comando e, como ele, lutam para evoluir. São espíritos que já encarnaram, mas vivem ligados a matéria e, por isso, ainda sente algumas necessidades.

Quando pedimos a um Guardião para que o mesmo desmanche um trabalho de "Magia Negra" contra alguém, ele entrega este pedido aos espíritos que desmancham a Magia causadora do mal. Esses espíritos prendem as legiões que praticaram tal ato e as leva para o Guardião, que os envia para os campos de orientação espiritual. Assim, o Guardião evoluí e com ele as entidades que trabalham para o bem. Dia chegará em que não mais precisarão de tais trabalhos, porque passarão para uma nova etapa da evolução espiritual.

O Guardião está num estágio de evolução a que se submete as Leis Divinas, no qual é incumbido de cobrar ou resgatar os débitos de seres que estão na terra e dos que já estiveram na condição humana, a fim de alcançar no fim deste estágio um novo grau evolutivo dado por Deus aos seres do Universo.

Se a humanidade varresse do Planeta a maldade que ela mesma semeou, e ainda semeia, o Guardião certamente iria para outros mundos cumprir sua missão, que é a de cobrar de cada ser do Universo e do mundo espiritual a maldade praticada que sempre se transforma em Karma. Mas o homem ainda não amadureceu para esta verdade.

Um Guardião é protetor. Guardião (origem africana) é o símbolo da fecundação e desenvolvimento. Carinhosamente tratado como "Compadre", amigo íntimo e sempre presente para defender seu protegido.

Não se pode de forma alguma relacionar os espíritos obsessores aos Guardiões, que realmente existem e viveram encarnados na Terra.

Não se pode confundir de forma alguma os Guardiões com o "Diabo", "Satanás", "Capeta"..., os quais não existem e foram criados por outras religiões.

Os Guardiões são orientados por Guias (Caboclos e Pretos Velhos) e trabalham como intermediários entre os Guias Maiores e os homens em missão do bem para a humanidade. Formam numerosas falanges, todas lideradas por grandes chefes agindo no nosso mundo.

São criaturas como nós, já tendo encarnado e desencarnado na Terra por muitas vezes. Muitos exerceram aqui no mundo os mais altos postos e posições, por seu saber e inteligência, ou mesmos, os postos mais humildes e sem instrução e conhecimento algum , onde cometeram grandes males, provocaram guerras, mas hoje, no espaço, esses sofredores orientados, buscam se regenerar.

Por suas condições, os Guardiões são “usados”, digamos assim, pelos guias maiores para levar a justiça onde for preciso, dai atuarem também no "terreno do mal", no sentido exceto da palavra, pois é a justiça do alto em ação, funcionando contra os perversos, os injustos, os desonestos, enfim.

Quando são bem recebidos, amados e respeitados, pelas suas vibrações poderosas, eles realizam trabalhos maravilhosos de curas, dão conselhos edificantes, praticam enfim o bem, semeando o eterno amor. São sublimes as suas realizações e sua atuação dentro da Umbanda prestando caridade, isso é constante.

O clima que eles criam, de puras e sadias vibrações, beneficiam a todos os presentes, proporcionando-lhes alegria e contentamento. Infelizmente, devido à cobiça ou a ignorância de muitos que os conhecem mal, chegam a considerá-los maus, interesseiros e vingativos.

As pessoas que andam certas na vida não devem temê-los, porque eles são justos e mesmos que essas pessoas desconheçam, serão protegidas por eles. Já os maus intencionados, os corruptos, os perversos, os interesseiros, os malfeitores... esses devem se preocupar, eis que estarão na mira da "Lei do Retorno" ou da "Lei da Ação e Reação".

Tal como nós, também um dia penetrarão na senda do amor, onde milhares deles já se encontram marchando rumo à perfeição, pois como tudo na natureza, na criação Divina, também estão sujeitos a eterna Lei da evolução, que conduz a felicidade eterna e verdadeira.

O Guardião é quem orienta os trabalhos práticos, abrindo as cerimônias, sentinela e protetor do Centro. Os trabalhos dos Compadres, suas provas assombrosas de força e poder, suas curas maravilhosas nas enfermidades dadas por incuráveis, nos mostra sua beleza de intenção.

Toda pessoa tem o Guardião particular, responsável pela força necessária ao seu desenvolvimento.

O vermelho e o negro são suas cores representativas. O negro representa todo o culto em potência, sem diferenciação, sendo o primeiro elemento que dinamiza o culto e permite que ele se manifeste. Por coincidência, ou não, no espectro visível do olho humano, vermelho é a vibração de menor frequência, abaixo do nível da qual tudo é negro, ausência de luz.

Sendo o senhor dos limites, inclusive no horário, seu momento mais próprio não poderia ser outro senão a fronteira entre os dias, isto é, a meia-noite.

Existem Guardiões da terra, do fogo, da água e do ar, bem como, nas combinações desses elementos e nos estados de transição entre eles, incluindo os cemitérios. Tem a encruzilhada em "X" como seu local de força, por ser dominador de todos os caminhos.

Através do tempo, o Guardião poderá atingir graus de evolução espiritual enormes, de tal forma que poderão passar a integrar as falanges dos Caboclos e dos Pretos Velhos, praticando somente o bem, pelo simples prazer de praticá-los, porém não mais como Guardião, mas sim como Caboclos ou Pretos Velhos.

Laroyê a todos os Guardiões de Umbanda! Saravá!

Fonte: http://www.umbandasaojorge.com.br/


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Não haveria luz se não fosse a escuridão...

“Os Espíritos anunciam que chegaram os tempos marcados pela Providência para uma manifestação universal e que, sendo eles os ministros de Deus e os agentes de sua vontade, têm por missão instruir e esclarecer os homens, abrindo uma nova era para a regeneração da Humanidade.”

Allan Kardec.

Liga da Justiça Umbandista

Liga da Justiça Umbandista
O Homem de Bem O verdadeiro homem de bem é o que cumpre a lei de justiça, de amor e de caridade, na sua maior pureza. Se ele interroga a consciência sobre seus próprios atos, a si mesmo perguntará se violou essa lei, se não praticou o mal, se fez todo o bem que podia, se desprezou voluntariamente alguma ocasião de ser útil, se ninguém tem qualquer queixa dele; enfim, se fez a outrem tudo o que desejara lhe fizessem. Deposita fé em Deus, na Sua bondade, na Sua justiça e na Sua sabedoria. Sabe que sem a Sua permissão nada acontece e se Lhe submete à vontade em todas as coisas. Tem fé no futuro, razão por que coloca os bens espirituais acima dos bens temporais. Sabe que todas as vicissitudes da vida, todas as dores, todas as decepções são provas ou expiações e as aceita sem murmurar. Possuído do sentimento de caridade e de amor ao próximo, faz o bem pelo bem, sem esperar paga alguma; retribui o mal com o bem, toma a defesa do fraco contra o forte, e sacrifica sempre seus interesses à justiça. Encontra satisfação nos benefícios que espalha, nos serviços que presta, no fazer ditosos os outros, nas lágrimas que enxuga, nas consolações que prodigaliza aos aflitos. Seu primeiro impulso é para pensar nos outros, antes de pensar em si, é para cuidar dos interesses dos outros antes do seu próprio interesse. O egoísta, ao contrário, calcula os proventos e as perdas decorrentes de toda ação generosa. O homem de bem é bom, humano e benevolente para com todos, sem distinção de raças, nem de crenças, porque em todos os homens vê irmãos seus. Respeita nos outros todas as convicções sinceras e não lança anátema aos que como ele não pensam. Em todas as circunstâncias, toma por guia a caridade, tendo como certo que aquele que prejudica a outrem com palavras malévolas, que fere com o seu orgulho e o seu desprezo a suscetibilidade de alguém, que não recua à idéia de causar um sofrimento, uma contrariedade, ainda que ligeira, quando a pode evitar, falta ao dever de amar o próximo e não merece a clemência do Senhor. Não alimenta ódio, nem rancor, nem desejo de vingança; a exemplo de Jesus, perdoa e esquece as ofensas e só dos benefícios se lembra, por saber que perdoado lhe será conforme houver perdoado. É indulgente para as fraquezas alheias, porque sabe que também necessita de indulgência e tem presente esta sentença do Cristo: "Atire-lhe a primeira pedra aquele que se achar sem pecado." Nunca se compraz em rebuscar os defeitos alheios, nem, ainda, em evidenciá-los. Se a isso se vê obrigado, procura sempre o bem que possa atenuar o mal. Estuda suas próprias imperfeições e trabalha incessantemente em combatê-las. Todos os esforços emprega para poder dizer, no dia seguinte, que alguma coisa traz em si de melhor do que na véspera. Não procura dar valor ao seu espírito, nem aos seus talentos, a expensas de outrem; aproveita, ao revés, todas as ocasiões para fazer ressaltar o que seja proveitoso aos outros. Não se envaidece da sua riqueza, nem de suas vantagens pessoais, por saber que tudo o que lhe foi dado pode ser-lhe tirado. Usa, mas não abusa dos bens que lhe são concedidos, porque sabe que é um depósito de que terá de prestar contas e que o mais prejudicial emprego que lhe pode dar é o de aplicá-lo à satisfação de suas paixões. Se a ordem social colocou sob o seu mando outros homens, trata-os com bondade e benevolência, porque são seus iguais perante Deus; usa da sua autoridade para lhes levantar o moral e não para os esmagar com o seu orgulho. Evita tudo quanto lhes possa tornar mais penosa a posição subalterna em que se encontram. O subordinado, de sua parte, compreende os deveres da posição que ocupa e se empenha em cumpri-los conscienciosamente. Finalmente, o homem de bem respeita todos os direitos que aos seus semelhantes dão as leis da Natureza, como quer que sejam respeitados os seus. Não ficam assim enumeradas todas as qualidades que distinguem o homem de bem; mas, aquele que se esforce por possuir as que acabamos de mencionar, no caminho se acha que a todas as demais conduz. Allan Kardec.